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Livro Roube como um Artista

Austin Kleon

Um dos nossos autores preferidos, Austin Kleon surpreende neste best-seller da criatividade, com dicas práticas e simples que realmente podem te ajudar a ser mais criativo. Ah, não é um livro que ensina a roubar!

O que você vai aprender?

  • Dicas bem-humoradas para ativar o seu potencial criativo
  • Atividades práticas e divertidas para quem deseja se libertar do fardo de tentar ser completamente original
  • Estímulos para criar e desenvolver suas próprias ideias, trabalhar e viver de forma mais criativa
  • Exercícios para elaborar listas sobre seus gostos, medos e interesses; registrar seus sonhos todas as manhãs; reescrever citações e histórias de maneiras diferentes e muito mais.

    Neste playbook você vai ouvir uma resenha criada pela nossa equipe de conteúdo que é baseada na obra original disponível nas livrarias e plataformas digitais.

R$5.900,00 R$588,00Comprar

No livro Roube como um artista, o escritor e design Austin Kleon - com bom humor, ousadia e simplicidade – diz que não é preciso ser um gênio para ser criativo, basta ser autêntico. Nesta obra, Austin mostra através de mensagens positivas um olhar gráfico diferenciado, ilustrações, exercícios e exemplos de como o leitor pode "ativar" seu lado criativo. Ele diz novas verdades sobre criatividade: que nada é original, que é sim importante se inspirar nas influências, coletar ideias, misturar e reimaginar para achar seu próprio caminho. E surpreende ao dizer que se você gosta de um artista, copie-o, e copie as referências deste artista, descubra de quem ele gosta, quem ele copia, quem é a sua influência, e tome tudo isto para si. Mas para chegar neste ponto é preciso que fique esperto, tenha uma rotina, um emprego fixo que lhe dê dinheiro e que lhe traga suporte para ser "selvagem" e ousado dentro de sua imaginação. Roube como um artista é uma obra curta e intensa, um tiro certeiro para despertar aquele lado criativo que dorme dentro de todos os leitores. Se gostar, não deixe de adquirir nas livrarias a versão original recheada de exercícios e ilustrações. Como olhar para o mundo Todo artista ouve a pergunta: “De onde você tira as suas ideias?” O artista honesto responde: “Eu roubo.” Como um artista olha para o mundo? Primeiro, você descobre o que vale a pena roubar, depois você segue para a próxima etapa. Isso é tudo. Quando você olha para o mundo dessa maneira, para de se preocupar com o que é “bom” e o que é “ruim” – há apenas coisas que valem a pena ser roubadas e coisas que não valem. Tudo pode ser afanado. Se você não acha que alguma coisa merece ser roubada hoje, pode achar que vale a pena roubá-la amanhã ou daqui a um mês ou daqui a um ano. Nada é original O escritor Jonathan Lethem disse que, quando as pessoas chamam algo de “original”, nove entre dez vezes elas não conhecem as referências ou as fontes originais envolvidas. O que um bom artista entende é que nada vem do nada. Todo trabalho criativo é construído sobre o que veio antes. Nada é totalmente original. Está lá na Bíblia: “Não há nada de novo debaixo do sol.” (Eclesiastes 1:9) Alguns acham essa ideia deprimente, mas ela me enche de esperança. É como o escritor francês André Gide assinalou: “Tudo que precisa ser dito já foi dito. Mas, já que ninguém estava ouvindo, é preciso dizer outra vez.” Se estivermos livres do fardo de ser completamente originais, podemos parar de tentar construir algo do nada e abraçar a influência ao invés de fugirmos dela. Roube como um artista Para ele, “roubar” é você obter para si qualquer coisa que ressoe em você, que inspire ou abasteça sua imaginação. Devore filmes antigos, filmes novos, música, livros, pinturas, fotografias, poemas, sonhos, conversas aleatórias, arte urbana, qualquer tipo de arte que lhe agradar. Para “roubar” , selecione apenas coisas que falam diretamente à sua alma. Se você assim fizer, seu trabalho será cada vez mais autêntico e criativo. Pare de se comparar aos outros Se você se preocupa em ser igual aos outros ou se comparar, acaba evitando correr riscos e inovar, pois essas duas atitudes são inerentes às empreitadas criativas. Isso significa: insegurança. E é um bloqueio criativo. Pode ser um círculo vicioso. Faça de tudo para desarmar a insegurança Acredite que você é criativo Falamos agora de confiança criativa. Se você acha que não é uma pessoa criativa, se pensa “esse tipo de coisa não é para mim” , precisa se desapegar dessa crença. Acredite: o aprendizado e o crescimento são possíveis. Em outras palavras, comece com o que Carol Dweck, professora de psicologia da Universidade de Stanford, chama de uma “atitude de crescimento” : se empenhando, com paixão pelo que faz e treinamento constante para se aprimorar. Um pré-requisito para libertar sua criatividade é nunca deixar de acreditar nela E tome cuidado: todos nós temos um pouco daquela mania de escutar o outro lado. Aquilo que sussurra aos ouvidos: “você nunca foi bom com criatividade, então para que passar por essa vergonha agora? Enquanto isso, ao mesmo tempo, algo sussurra no outro ouvido: o empenho é o caminho para a maestria, então por que não tentar?”. A Genealogia das ideias Toda nova ideia é apenas um mashup ou um remix de uma ou mais ideias anteriores. Aqui está um truque que ensinam em escolas de arte. Desenhe duas linhas paralelas em um pedaço de papel: Quantas linhas estão aí? Há a primeira linha, a segunda linha, mas há também a linha de não espaço que corre por entre as duas. Entende? 1 + 1 = 3. Lixo que entra é lixo que sai Todo artista é um colecionador. Não um acumulador, há uma diferença: acumuladores colecionam indiscriminadamente, artistas colecionam seletivamente. Eles colecionam apenas coisas que realmente amam. Há uma teoria econômica circulando por aí que diz que se você pegar as rendas de seus cinco amigos mais íntimos e fizer uma média, o resultado será algo bem próximo a sua própria renda. Penso que a mesma coisa é verdadeira para nossas ideias. Você será tão bom quanto as coisas com as quais você se cerca. Minha mãe costumava me dizer: “Lixo que entra, é lixo que sai.” Isso me deixava maluco. Mas agora sei o que ela queria dizer. Seu trabalho é colecionar boas ideias. Quanto mais ideias boas você tiver coletado, mais fontes terá para poder escolher quais irão te influenciar. Faça uma lista de defeitos Estamos cercados de produtos que não funcionam bem, serviços que atrasam a nossa vida. Por exemplo, um site que requer dez cliques para fazer o que deveria ser feito com apenas dois cliques. Faça uma “lista de defeitos” , isso pode ajudar a identificar mais oportunidades de usar a criatividade. Depois, anote as ideias para melhorar os defeitos encontrados. Lembre-se de que todo defeito encontrado no que você observar, esconde uma oportunidade de melhoria. Em vez de se limitar a reclamar, pergunte-se: “como melhorar a situação”? Desenhe Você já disse “eu não sei desenhar” ou “tenho vergonha de desenhar” ou é mais uma daquelas pessoas que acreditam que não são criativas por não saber desenhar? As pessoas acham que saber desenhar é uma espécie de prova de fogo da criatividade. Na verdade, desenhar é uma habilidade que pode ser aprendida e melhorada com a prática e um pouco de orientação. Você acha que desenhar é uma prova de foto da criatividade? A maioria das pessoas se esquiva da chance de rabiscar uma ideia na forma de um desenho ou quando desenham já começam se desculpando “ó gente, eu não sei desenhar, ein...”. Dan Roam, autor de Desenhando Negócios, é um expert na arte do Visual Thinking ou Pensamento Visual. Ele diz que 25% dos profissionais relutam até mesmo em pegar um pincel atômico e outros 50% só ficam à vontade grifando ou acrescentando detalhes aos desenhos dos outros. Tudo que você precisa para desenhar é: um quadro branco ou em um guardanapo, saber fazer uma linha, um quadrado, um círculo, um triângulo. A Rotina é uma inimiga Você precisa deixar o cérebro desconfortável. Uma maneira de dar uma “chacoalhada” na mente é vendo coisas novas. Quando chegamos em casa, a casa continua a mesma, mas algo em nossa mente mudou e isso altera tudo. O lugar que escolhemos viver ou que escolhemos ir tem um impacto imenso no processo criativo. Em algum momento, quando você puder, saia de casa. Viajar também faz bem e faz enxergar um mundo novo, pois quando o mundo parece novo nosso cérebro ganha um gás a mais para trabalhar com empenho. Suba nos galhos de sua própria árvore genealógica Marcel Duchamp dizia: “Eu não acredito em arte. Acredito em artistas.” Esse é um método realmente muito bom de estudo – se você tentar devorar a história da sua disciplina de uma vez só, vai engasgar. Em vez disso, mastigue um pensador – escritor, artista, ativista, alguém exemplar – que você realmente ame. Estude tudo que há para se conhecer sobre esse pensador. Em seguida, encontre três pessoas que esse pensador amou e descubra tudo sobre elas. Repita isso quantas vezes puder. Vá subindo na árvore o mais alto possível. Uma vez montada a sua árvore, é hora de fazer brotar seu próprio galho. Ver a si mesmo como parte de uma linhagem criativa o ajudará a sentir-se menos sozinho enquanto você começa a desenvolver o seu próprio trabalho. Eu penduro fotos dos meus artistas favoritos no meu estúdio. São como fantasmas amigáveis. Quase posso senti-los me empurrando para frente quando estou debruçado sobre minha mesa. A melhor coisa a respeito de mestres mortos ou distantes é que eles não podem recusá-lo como aprendiz. Você pode aprender o que quiser com eles. Eles deixaram seus planos de aula em suas obras. Escolarize-se Escola é uma coisa. Educação é outra. As duas nem sempre se sobrepõem. Estando ou não na escola, é sempre sua tarefa melhorar a sua educação. Você tem que ser curioso com relação ao mundo em que vive. Confira. Investigue cada referência. Vá mais fundo do que qualquer outro – é assim que você irá em frente. Dê um Google em tudo. Mesmo. Dê um Google nos seus sonhos, nos seus problemas. Não faça uma pergunta antes de você dar um Google nela. Você vai encontrar a resposta ou vai acabar esbarrando numa pergunta melhor. Leia sempre. Vá à biblioteca. Há magia em estar rodeado de livros. Perca-se pelas estantes. Leia bibliografias. O negócio não é o livro com o qual você começa, mas o livro ao qual aquele livro te levará. Colecione livros, mesmo que não planeje lê-los no momento. O cineasta John Waters falou: “Nada é mais importante do que uma biblioteca não lida.” Não se preocupe em fazer pesquisa. Apenas busque. Fingir até conseguir Finja ser algo que você não é, até ser bem-sucedido ou finja fazer algo até estar realmente fazendo algo. Segundo o autor, você precisa vestir de acordo com o trabalho que quer, não de acordo com o trabalho que tem. Ou seja, você começa como um impostor e torna-se real. Austin acredita que o mundo inteiro é um palco. O trabalho criativo é um tipo de teatro, com estúdio, trajes, figurino, ferramentas e equipamentos. Imitação não é bajulação Em algum momento, segundo o autor, você terá que passar da imitação dos seus heróis para a emulação deles. Imitação tem a ver com copiar, enquanto emulação é quando a imitação dá um passo adiante e ganha sua própria forma. Saia da frente da tela O computador é muito bom para editar suas ideias, mas estimula o perfeccionista perturbado em nós. Começamos a editar ideias antes de tê-las. A dica do autor é ter duas estações de trabalho, uma analógica e outra digital. Use papel, lápis, prenda coisas na parede, espalhe coisas no chão, ou seja, exercite e estimule ter novas ideias de um outro jeito. Pratique a procrastinação produtiva Para o autor, são os projetos paralelos que realmente decolam. São aquelas coisas que você pensou que eram apenas distrações, brincadeiras, podem ser coisas boas. E é aí que tudo acontece. Para isso, reserve um tempo para ficar entediado. Pessoas criativas precisam de tempo para sentar e não fazer nada. Para muitos, quando podem evitar trabalho é a maneira que encontram de focar a mente. Case bem Escolher com quem se casar é a decisão mais importante que você tomará. E “Casar bem” não vale só para seu parceiro ou parceira de vida, mas também para as pessoas com quem faz negócios, cria amizades, ou quem você escolhe encontrar. Porque para se casar com alguém obcecado por criatividade, é preciso que seja uma pessoa incrível. Escolha o que deixar de fora Nessa era de abundância e sobrecarga de informação, aqueles que estarão à frente serão aqueles que souberem o que deixar de fora, para assim poderem se concentrar no que é realmente importante. Nada mais é paralisante do que a ideia de possibilidades ilimitadas. A ideia de que você pode fazer qualquer coisa é apavorante. Gostou do resumo? Não deixe de adquirir nas livrarias a versão original recheada de exercícios e ilustrações.