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Design Sprint

4 motivos para usar o Design Sprint e não ficar para trás

Atualizado em 4 de outubro, 2018

4 motivos para usar o Design Sprint e não ficar para trás

4 motivos para usar o Design Sprint e não ficar para trás

Uma das perguntas que mais me fazem é: por que eu deveria usar o Design Sprint em meus projetos?

Posso dizer que: já coordenei vários sprints e posso dizer que cada uma dessas experiências para buscar por soluções, resolver problemas durante o desenvolvimento de projetos foram incríveis, cada uma melhor que a outra.

Como já falamos aqui, para ilustrar, cada dia da sprint é focado em um objetivo específico:

O que eu gostaria de deixar aqui, são os benefícios, os diferenciais, os motivos do porquê você deveria dar uma chance para o Design Sprint.

As 5 melhores coisas sobre Design Sprint:

1) Multidisciplinaridade

Isso significa que geralmente o projeto é fatiado em várias etapas e cada uma dessas partes é delegada a uma pessoa da equipe. A conexão entre as partes se dá por um “passar de bastão” e as decisões geralmente são tomadas pela figura do chefe.

Durante o Design Sprint isso não deve acontecer. Experimente juntar na mesma sala um time multidisciplinar e dê a eles um desafio em comum. Você verá que de lá surgirão ideias brilhantes.

Isso acontece porque a etapa de criação/ideação é feita coletivamente durante a sprint, os rótulos e a hierarquia não importam mais, pois quando todos colaboram, todos tornam-se co-criadores.

2) Validação com usuários reais

Esta etapa é quando percebemos que o usuário não entendeu aquela ideia fantástica, é quando observamos que ninguém leu aquele texto e nem interagiu com aquele botão bonito.

Ver o trabalho sendo julgado ao vivo pelos usuários é uma tarefa difícil e algumas vezes torturador, mas só se torna frustrante se você não for capaz de extrair bons feedbacks. Todo erro apontado, é uma chance para aperfeiçoar o seu projeto.

Importante dizer que não há necessidade de prototipar e testar tudo. O ideal é que se foque nas ideias mais inovadoras, aquelas que mostram o diferencial do projeto e que sejam mais incomuns aos usuários.

3) Eficiência

Uma das premissas que o próprio termo Sprint sugere: arrancada, velocidade, aquela parte da corrida em que você dá um gás final.

Mas, ao contrário do que possa parecer, não tem nada a ver com trabalhar na correria e sim remover todas as barreiras que possam atrasar e “burrocratizar” a validação de uma ideia.

O objetivo não é ser perfeccionista, aqui se vale a ideia de errar rápido e aprender rápido.

4) Muito mais colaboração

Este é, em minha opinião, um dos principais pontos positivos. O processo de criação é feito em conjunto com o cliente, principalmente nos dias de desenhar e decidir. Adicione na mesma sala, uma equipe tão multidisciplinar quanto a sua, só que trazida pelo cliente.

Sendo assim, a dinâmica trazida pelo Design Sprint é muito mais rica e frutífera que os tradicionais modelos de briefing + brainstorm, pois todos botam a mão na massa, através de uma dinâmica que promove a colaboração ativa dos participantes e expões as ideias de forma concreta, sem perder tempo com perguntas e respostas padronizadas e sem gastar horas pensando em soluções mirabolantes que só ficam no campo das ideias.

Não há espaço para egocentrismo, as ideias não são exclusividade daqueles que falam mais alto e o melhor caminho não é aquele decidido somente pelo chefe.

Todos desenham e explicam suas ideias, todos debatem sobre cada uma das ideias expostas e todos votam naquelas que acharam mais interessantes.

Ao final desse processo, são destacadas as ideias mais votadas, concretas e factíveis que se propõem a resolver os principais desafios de design do projeto em questão.

 

Gustavo Vieira, professor do curso Design Sprint Google.