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Design Thinking

10 ferramentas do Design Thinking que você deveria estar utilizando

Atualizado em 13 de agosto, 2019

10 ferramentas do Design Thinking que você deveria estar utilizando

10 ferramentas do Design Thinking que você deveria estar utilizando

Fomos buscar na obra “A magia do Design Thinking”, de Jeanne Liedtka e Tim Ogilvie, ferramentas que integram o Design Thinking, no mundo dos negócios e na vida pessoal, para agir e ir além do discurso, lidar com as incertezas e obsessões por análises, uma vez que o mundo não é nada estável e é sempre imprevisível.

São recursos para responder e desenvolver projetos, resolver problemas, buscar soluções e que permitem navegar pelo raciocínio divergente e convergente, a fim de criar novas possibilidades, reduzir riscos, administrar as incertezas e, acima de tudo, inovar. Veja aqui quais são elas:

VISUALIZAÇÃO

Usar representações visuais para imaginar possibilidades e dar-lhes vida é uma das etsratégias mais inovadoras da atualidade. Veja aqui alguns artigos sobre o Visual Thinking e conheça nosso curso online.

MAPEAMENTO MENTAL

Esta técnica pode lhe ajudar a gerar insights com base em atividades de exploração. Entenda algumas possibilidades que os Mapas Mentais oferecem para quem quer organizar ideias, estimular novas ideias com equipes e muito mais. Ah, conheça nosso curso.

GAMIFICATION

Os jogos sempre são excelentes recursos para estimular a criatividade das pessoas. Por isso, sua dinâmica pode facilitar a participação de todos por meio dos jogos e atividades lúdicas. Ao propor uma competição entre os participantes, o mediador pode lançar desafios a serem superados, fazendo com que todos coloquem a criatividade para trabalhar.

BRAINSTORMING

Visando estimular a geração de ideias, provocar transformações, buscar soluções inovadoras e estimular melhorias a partir de um debate saudável, o brainstorming explora a criatividade dos participantes sempre de maneira lúdica e bem estruturada. Um problema é apresentado ao grupo, que deverá encontrar soluções de forma conjunta, debatendo prós e contras de cada ideia, até que se chegue a um resultado final. O consenso provavelmente será a melhor maneira de resolver a questão.

A técnica de brainstorming normalmente leva em consideração grupos pequenos — com no máximo dez participantes e um mediador, para manter o modelo de brainstorming durante toda a sessão e evitar possíveis dispersões da equipe. Além disso, esse mediador pode oferecer fontes de inspiração — como leituras, filmes, cases e estudos de mercado, que podem ser vistos antes da sessão ou em conjunto — para ativar o fluxo de ideias.

TESTES DE PREMISSAS

Isolar e testar premissas-chave que levarão ao êxito ou ao fracasso de um conceito. Há uma técnica interessante para testar ideias de forma isolada, o Design Sprint, tema de um artigo em nosso blog. Leia aqui.

PROTOTIPAGEM

Prototipar é tangibilizar uma ideia, a passagem do abstrato para o físico de forma a representar a realidade – mesmo que simplificada – e propiciar validações. Em resumo, a Prototipagem é a fase de validação das ideias geradas. É a hora de aparar as arestas, ver o que se encaixa no projeto, juntar propostas e colocar a mão na massa. Também é um instrumento de aprendizado sob dois aspectos: da ótica da equipe do projeto e do ponto de vista do usuário/cliente.

CO-CRIAÇÃO COM O CLIENTE

Envolver os clientes para participarem na criação da solução que mais se adequar às suas necessidades.

MAPA DA EMPATIA

O Mapa da Empatia nos ajuda a olhar o cliente sob alguns pilares. São realizadas algumas perguntas estratégicas ao cliente para traçar o seu perfil. As respostas podem ser organizadas em blocos que compõem o Mapa da Empatia. A recomendação é que sejam usados post-its para organizar tudo. Ao final do uso desta ferramenta, temos a capacidade de olhar todas as principais respostas em um quadro único, o que facilita a análise dos dados. No curso Kick Start ou no curso Design Thinking, disponibilizamos Mapas da Empatia e orientações sobre como utiliza-los.

APRENDIZAGEM

Criar um experimento acessível que permita aos clientes vivenciarem a nova solução por um período mais longo de tempo, para testar as premissas-chave.