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Criatividade

13 Ferramentas de Criatividade e Geração de Ideias

Atualizado em 20 de setembro, 2018

13 Ferramentas de Criatividade e Geração de Ideias

13 Ferramentas de Criatividade e Geração de Ideias

Confira essa seleção de ferramentas e comece agora a inovar projetos, colocar ideias em prática, criar produtos e serviços. Antes: esteja aberto a novas ideias e as ideias dos outros. Confira:

1) Scamper: técnica para geração de ideias

Com essa ferramenta, é possível criar novas versões de um produto ou serviço, ou até mesmo gerar uma ideia totalmente diferente, que pode mudar os rumos do projeto. É muito utilizada para realizar sessões de brainstorming para criar e inovar produtos e serviços.

Parte da premissa de que não é preciso ser um gênio criativo para imaginar novos produtos e serviços. Qualquer
um pode ajudar e é importante que todos os envolvidos utilizem a ferramenta. É composto pelas etapas:

S – Substituir: Como é possível dar novos significados, abordagens, processos, posições, elementos, componentes, regras?,
C – Combinar: Como criar ligas e conectar unidades, efeitos, recursos ou ideias? Como reunir diferentes produtos, tecnologias e/ou recursos para criar algo novo ou maximizar os benefícios oferecidos? Ao que isso pode ser associado?,
A – Adaptar: Como adaptar seu produto para um novo uso? O que é similar, paralelo? Ao que pode ser comparado, imitado? Como inserir isso de forma eficiente em um novo contexto, de modo a encontrar novas aplicações e explorar novos mercados?,
M – Modificar: É possível atribuir a isso um novo ângulo? Alterar cor, movimento, som, odor, sentido e/ou forma? O que pode ser ampliado, reduzido, alterado ou fortalecido para tornar seu produto ou processo melhor?,
P – Propor novos usos: É possível dar a isso uma nova utilidade, significado? Como inovar?,
E – Eliminar: Como simplificar um produto ou processo e torná-lo mais eficiente? Quais características, componentes e regras podem ser eliminadas? É possível fazer algo reduzido e mais veloz?,
R – Reorganizar: É possível alterar o padrão, sequência ou layout? Mudar o ritmo ou transpor causa e efeito? É possível inverter os papéis, significados? Como podemos dar uma nova perspectiva?

O objetivo é a geração de ideias e não a avaliação individual e imediata de cada proposta. Mesmo as ideias que
pareçam mais absurdas devem ser incluídas na lista. A criatividade é bem-vinda, por isso, é importante a
participação de pessoas com perfis e conhecimentos muito diferentes.

É importante gerar muitas ideias, mesmo que no final das contas a maioria não seja levada em consideração, uma ideia pode auxiliar na concepção de outra, e assim sucessivamente.

As ideias que serão aproveitadas não saem prontas da sessão. Deverão ser posteriormente combinadas, aperfeiçoadas e validadas.

É preciso ter um facilitador que deve utilizar o gráfico acima. Cada participante deve anotar suas próprias ideias antes da sessão conjunta de brainstorm para que as melhores sejam selecionadas por meio de votação.

 

2) Mapa Mental

Já falamos muito aqui sobre o poder dos mapas mentais. Eles podem te ajudar na rotina diária, na identificação de oportunidades e no planejamento de tarefas e projetos.

A partir de uma informação central, surgem uma série de outras, de forma a organizar o pensamento.

Serve para organizar pensamentos e ideias de forma ordenada, relacionada, argumentada e, principalmente, visual.

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3) Business Model Canvas

O Business Model Canvas auxilia na definição de modelo de negócio, assim como relaciona as informações de uma forma sistêmica, integrada e rápida. Serve para organizações de todos os portes.

É um quadro visual para desenvolver e esboçar modelos de negócios pré-formatado contendo nove blocos. Na medida que os blocos são preenchidos, é possível descobrir novas ideias sobre o produto ou serviço.

É útil porque ajuda a discutir e integrar percepções sobre a maneira como a empresa deve atuar, os elementos de cada parte e como as elas interagem para compor o negócio.

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4) Oceano Azul

A Estratégia do Oceano Azul é um livro que ensina como investir em mercados inexplorados. O livro sugere matrizes que podem ser aplicadas em modelos de negócio e analisa cases de grande sucesso em todo mundo, como o do Cirque Du Soleil, que recriou o conceito de circo e Starbucks, com sua incomparável capacidade de fidelizar clientes.

Na metáfora marítima, o oceano azul é um local em que se pode nadar livremente enquanto os mercados já saturados são o “oceano vermelho” em decorrência do sangue derramado nas batalhas entre os concorrentes.

Já a palavra “estratégia” tem relação com os modelos analíticos e as ferramentas apresentados no livro, assim como os 6 princípios do oceano azul:

  • Reconstruir barreiras no mercado,
  • Concentrar-se no panorama geral,
  • Ir além da demanda existente,
  • Formular a estratégia na sequência adequada,
  • Superar os obstáculos organizacionais,
  • Orientar a execução estratégica.

 

5) Positivo, Negativo e Interessante ( PNI )

Com o PNI, é possível identificar 3 aspectos principais para uma dada ideia.

  • Positivo: as coisas relacionadas à ideia; o que mais agrada nesta,
  • Negativo: as coisas ruins; o que não é agradável,
  • Interessante: o que merece atenção nesse contexto.

 

6) Brainwriting 

É uma técnica realizada em grupo de, no mínimo, 6 pessoas. Os participantes devem se reunir em um círculo, tendo em mãos uma folha ou formulário com divisões.

Nos primeiros minutos, os participantes devem registrar 3 ideias nos primeiros espaços do papel. Depois, os participantes devem trocar as folhas com quem estiver à sua direita e registrar mais 3 ideias novas ou relacionadas com as anteriores.

Esta ação é repetida até a folha ser preenchida. Por fim, as ideias são analisadas e debatidas em grupo. É muito utilizada para criação de campanhas ou novos produtos, bem como, metodologias.

 

7) Buzz Session

Criada por J. Donald Phillips, esta técnica tem por objetivo resolver problemas complexos ou mal definidos.

Deve ser feita com um grande grupo de pessoas, que serão divididas em subgrupos de 3 a 8 pessoas para discutir o problema em um curto espaço de tempo, de modo a criar pressão para estimular o pensamento rápido e intenso.

Cada subgrupo deve eleger um mediador para conduzir a discussão e registrar as ideias.

Após isso, os subgrupos são reunidos e os mediadores relatam as ideias. Novamente os subgrupos se distribuem (pode ser com diferentes pessoas) e discutem novas ideias com base nas do grupo.

Esse processo é repetido até que seja encontrada uma ou mais soluções concretas para o problema.

 

8) 6 thinking hats

Esta ferramenta criativa foi desenvolvida por Edward de Bono, estudioso do pensamento criativo e inovação. Ela incentiva os participantes a usarem o “Lateral thinking” (Pensamento Lateral) para abordar um problema: observá-lo de todos os ângulos e perspectivas possíveis.

Consiste em distribuir “6 chapéus pensantes”, um para cada participante. Cada chapéu possui uma cor, que define a personalidade que o usuário deve adotar para analisar o objeto de interesse. São eles:

  • Branco: neutro e objetivo, baseado em fatos e números,
  • Vermelho: visão emocional e intuitiva,
  • Preto: cuidado e precaução (negativo),
  • Amarelo: otimismo, pensamento positivo,
  • Verde: criatividade e novas ideias,
  • Azul: calma, organização.

Veja aqui mais dicas sobre como aplicar a técnica “6 chapéus do pensamento”.

 

9) 5 Ws

A técnica dos “cinco Ws” é considerada um processo básico na coleta de informações ou resolução de problemas. Ela constitui uma fórmula para obter a história completa sobre um assunto, podendo ser usada em relatórios, pesquisas, construção de textos ou para entender porque algum processo não está funcionando.

  • What: O que aconteceu?
  • Who: Quem fez isso?
  • When: Quando isso aconteceu?
  • Where: Onde aconteceu?
  • Why: Por que isso aconteceu?
  • Alguns autores adicionam na lista também como 6 “W” o How: Como isso aconteceu?

 

10) Storytelling

O Storytelling pode ser uma poderosa ferramenta de criatividade, pois através do uso de enredo, universo e personagens, é criado um imaginário em torno do objeto de estudo.

Essa técnica deve ser utilizada como ferramenta criativa, reunindo histórias e características do foco do problema (produto, processo ou marca, por exemplo) e organizando essas informações em uma narrativa.

Crie personagens, situações, metáforas, analogias e tarefas, de modo a sempre focar no seu problema e no contexto onde está inserido.

Pratique empatia com seu público-alvo: insira-se no lugar das pessoas para criar um storytelling, analisando quais suas reais necessidades – esta prática irá ajudar a compreender como conectar o público de maneira emocional a uma marca ou empresa.

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11) Cenários

“Pense fora da caixa”! Esta conhecida frase tem muito a ver com esta técnica que consiste em inserir um problema ou ideia em diferentes cenários para analisar diferentes contextos e prever diversas situações.

Normalmente é dividida em dois cenários:

  • Cenário-ideal: Consiste em descrever como o problema em questão seria “magicamente” resolvido,
  • Cenário-catástrofe: Baseia-se em imaginar a pior situação possível para o mesmo problema, levando ao extremo as consequências desastrosas.

Descritas diversas situações em cada cenário, devem ser atribuídas perguntas para cada uma delas, como por exemplo: “Como proceder para ter a tendência ideal descrita no cenário ideal?”; ou então inversamente: “Como evitar as consequências descritas no cenário-catástrofe?”.

 

12) Design Thinking

Design Thinking é uma forma de resolver problemas, desenvolver produtos e projetos baseada no pensamento dos designers. Fazem parte do pacote: pesquisa, brainstorms, seleção de ideias, prototipagem.

É uma abordagem que nos ajuda mudar o nosso estado mental e nos estimula a resolver problemas com novas perspectivas, encontrar soluções e dar respostas colocando sempre as pessoas no centro das decisões e envolvendo-as em todo o processo, desde o entendimento, até a entrega das soluções.

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13) Sprint

O Sprint é um método de inovação que tem sido bastante usado por startups do Vale do Silício, como como Airbnb, Nest, Slack, Google, Facebook, entre outras, e que, agora, começa a chamar a atenção também de grandes empresas, inclusive no Brasil.

A principal vantagem desse processo é que ele possui um atalho poderoso em relação a outras metodologias.

Em apenas 5 dias, ao invés de vários meses, é possível resolver problemas, testar uma ideia para saber se ela é boa ou não, inovar projetos, produtos e serviços, encurtando pelo menos 40 horas de trabalho.

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