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Aplicativos

Como criar um aplicativo?

Atualizado em 27 de julho, 2018

Como criar um aplicativo?

Como criar um aplicativo?

O mercado de aplicativos ainda tem bastante a crescer, de acordo com um estudo publicado nesta semana pela especialista no mercado, App Annie. A expectativa da empresa é que até 2020, o setor atinja os US$ 6,3 trilhões, um crescimento de 360% em relação ao faturamento de 2016, com US$ 1,3 trilhão.

O setor deve ser aquecido pela elevação no número de pessoas, em todo o mundo, que possuem smartphones. Além disso, tem crescido o tempo gasto com aplicativos. Se a tendência se confirmar, os usuários poderão gastar até 3,5 trilhões de horas utilizando os apps até 2021.

Quer criar um aplicativo? Ter um projeto detalhado e bem estruturado é primordial para tirar o aplicativo do papel. É aí que entram as dicas reunidas aqui, que podem ajudá-lo a estudar online e criar um app de forma planejada.

1. Qual problema você quer solucionar?

Uma das funções principais de um aplicativo é resolver problemas. Não se cria um aplicativo sem uma demanda identificada e uma questão a ser solucionada.

Aliado a isso, lembre-se que para manter o aplicativo funcionando e ativo é preciso que ele seja rentável. Assim, você terá como aprimora-lo e torna-lo cada vez melhor com mais funcionalidades, por exemplo.

2. Quais as características do aplicativo?

Confira esse guia de perguntas que irão ajudar a definir as principais características do app:

  • Qual sistema operacional mobile ele vai funcionar (Android, iOS, Windows Phone),
  • A estrutura de navegação do app,
  • Fatores relacionados a acessibilidade do app, tais como se é acessível para pessoas com deficiência, por exemplo. Lembre-se que é preciso ser rápido, dinâmico, oferecer uma experiência agradável ao usuário,
  • O layout, ou seja, a estrutura visual do app para ser fácil de utilizar e encontrar o que precisa,
  • Se haverá integrações com sistemas


3. Identifique o MVP

Já ouviu falar no Mínimo Produto Viável (MVP em inglês)?

É que criar um aplicativo do zero e entrega-lo com tudo de uma vez só não é recomendável. Antes, pense quais as principais funcionalidades e recursos essenciais.

Entregar ao usuário um app 100% completo pode ser um erro, já que ele provavelmente não usará tudo que o aplicativo oferece.

Aí que entra o MVP. Aos poucos você lança os recursos essenciais, entende se deu certo ou não, ajusta o que for necessário e lança mais funcionalidades de acordo com as necessidades dos usuários. O custo/benefício é muito melhor.

4. Defina a estrutura de dados

Um aplicativo é como um carro. Os acessórios são essenciais para um bom funcionamento.

A estrutura mínima de um aplicativo envolve esses itens essenciais. Pense com ajuda de um profissional ou se você for este profissional em:

Fluxo de dados
Armazenamento de arquivos binários
Imagens
Vídeos
E se a estrutura estará apenas no smartphone ou na nuvem.

5. Defina o design da interface e o UX é essencial 

É o momento de criar o wireframe, um protótipo que vai sugerir a estrutura do aplicativo.

É fundamental para definir e testar como será a usabilidade do aplicativo.

Veja aqui sobre Usabilidade, UX, Ferramentas para Wireframes

Essa etapa envolve a criação das telas, do layout, de como vai funcionar o fluxo da navegação e qual será a interação entre as telas. O visual do aplicativo e a forma como usa-lo é essencial para que o usuário tenha uma melhor experiência possível com o aplicativo.

6. Ferramentas de integração

Quais ferramentas você pode usar para analisar resultados, acompanhar o tráfego, a performance e o uso do aplicativo?

Google Analytics, Ferramentas para análise de acesso, detecção de erros em tempo real, gestão de erros e banco de dados online que você pode encontrar na plataforma Firebase do Google são essenciais.

Elas oferecem uma série de dados extremamente relevantes. E há ainda outras plataformas que você pode integrar para ajudar em praticamente tudo o que você precisar: pagamentos, publicação e tratamento de imagens e muito mais.

7. É hora de dar vida ao aplicativo

Este é momento de desenvolver códigos e funcionalidades. Para codificar os sistemas, é preciso uma Integrated Development Environment (IDE), ou seja, um ambiente integrado para o desenvolvimento do software.

O mais importante é decidir a melhor plataforma para atender ao público do aplicativo. Pode ser interessante optar por uma IDE que gera código para várias plataformas (como é o caso do Xamarin), ou uma IDE híbrida (um app que é metade nativo e metade web).

Para fazer o aplicativo funcionar, é preciso estar atento, pois cada sistema operacional mobile exige uma linguagem específica. O sistema Android tem a linguagem Java, o sistema iOS funciona com a Swif/Objective C e o Windows Phone com a linguagem C#.

8. Atualize gradativamente com novas funcionalidades

Depois de desenvolver os códigos e as funcionalidades da versão inicial, é possível testar, analisar e modificar constantemente os recursos do app, de acordo com a análise da experiência do usuário.

É um ciclo evolutivo. Sempre que uma nova versão é implementada, ela deve ser testada e, de acordo com a experiência do usuário, será possível pensar em novas funcionalidades e melhorias das existentes.

Fontes: Google e IBM